SinBiesp – Sindicato dos Bibliotecários, Cientistas da Informação, Historiadores, Museólogos, Documentalistas, Arquivistas, Auxiliares de Biblioteca e de Centros de Documentação no Estado de Sâo Paulo
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  • Auxiliares de biblioteca e centros de documentação.......      R$  2.095,00
  • Pisos, são valores mínimos para os recém-formados, os novos integrantes na carreira
  • Para os demais consultar tabela. Clique aqui
DIA DO BIBLIOTECÁRIO - 12 DE MARÇO

Há quem diga que o primeiro bibliotecário que se tem notícia foi Aristóteles, por separar as ciências em grandes áreas.

No Brasil o primeiro bibliotecário notadamente concursado e juramentado foi Manuel Bastos Tigre, engenheiro, escritor, poeta e finalmente Bibliotecário. A data de seu nascimento; 12 de março de 1882, ficou sacramentado como o Dia do Bibliotecário e pelo Decreto nº 84.631, de 9 de abril de 1980, passou a ser comemorado no território nacional.

PARABÉNS À TODOS OS BIBLIOTECÁRIOS PELO SEU DIA.

 
TRIBUTO À MULHER

O SINBIESP Sindicato Dos Bibliotecários, Arquivistas, Historiadores, Museólogos, Cientistas Da Informação, Auxiliares De Bibliotecas E Centros De Documentação,

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

As origens do Dia Internacional da Mulher

Como heroína, um símbolo a exaltar entre as mulheres, diria que o nome maior seria o de Joanna D’Arc

E Se fosse possível fazer uma linha do tempo dos primeiros "dias das mulheres" que surgiram no mundo, ela começaria possivelmente com a grande passeata das mulheres em 26 de fevereiro de 1909, em Nova York.

Na Rússia, em 1917, milhares de mulheres foram às ruas contra a fome e a guerra; a greve delas foi o pontapé inicial para a revolução russa e também deu origem ao Dia Internacional da Mulher

Naquele dia, cerca de 15 mil mulheres marcharam nas ruas da cidade por melhores condições de trabalho - na época, as jornadas para elas poderiam chegar a 16h por dia, seis dias por semana e, não raro, incluíam também os domingos. Ali teria sido celebrado pela primeira vez o "Dia Nacional da Mulher" americano.

Enquanto isso, também crescia na Europa o movimento nas fábricas. Em agosto de 1910, a alemã Clara Zetkin propôs em reunião da Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas a criação de uma jornada de manifestações.

"Não era uma questão de data específica. Ela fez declarações na Internacional Socialista com uma proposta para que houvesse um momento do movimento sindical e socialista dedicado à questão das mulheres", explicou à BBC News Brasil a socióloga Eva Blay, uma das pioneiras nos estudos sobre os direitos das mulheres no país.

"A situação da mulher era muito diferente e pior que a dos homens nas questões trabalhistas daquela época", disse ela, que é coordenadora da USP Mulheres.

A proposta de Zetkin, segundo os registros que se tem hoje, era de uma jornada anual de manifestações das mulheres pela igualdade de direitos, sem exatamente determinar uma data. O primeiro dia oficial da mulher seria celebrado, então, em 19 de março de 1911.

Em 1913, as mulheres já protestavam pelo direito de votar nos Estados Unidos; nessa época, eram frequentes os protestos também por melhores condições de trabalho

Em 1917, houve um marco ainda mais forte daquele que viria a ser o 8 de Março. Naquele dia, um grupo de operárias saiu às ruas para se manifestar contra a fome e a Primeira Guerra Mundial, movimento que seria o pontapé inicial da Revolução Russa.

O protesto aconteceu em 23 de fevereiro pelo antigo calendário russo - 8 de março no calendário gregoriano, que os soviéticos adotariam em 1918 e é utilizado pela maioria dos países do mundo hoje.

Após a revolução bolchevique, a data foi oficializada entre os soviéticos como celebração da "mulher heróica e trabalhadora".

Data foi oficializada em 1975

O chamado Dia Internacional da Mulher só foi oficializado em 1975, ano que a ONU intitulou de Ano Internacional da Mulher para lembrar suas conquistas políticas e sociais.

"Esse dia tem uma importância histórica porque levantou um problema que não foi resolvido até hoje. A desigualdade de gênero permanece até hoje. As condições de trabalho ainda são piores para as mulheres", pontuou Eva Blay.

"Já faz mais de cem anos que isso foi levantado e é bom a gente continuar reclamando, porque os problemas persistem. Historicamente, isso é fundamental."

Cartaz em Londres dizendo 'O futuro é feminino': mulheres de todo o mundo fazem marchas e protestos por direitos iguais na semana do 8 de Março

No mundo inteiro, a data ainda é comemorada, mas ao longo do tempo ganhou um aspecto "comercial" em muitos lugares.

O dia 8 de março é considerado feriado nacional em vários países, como a própria Rússia, onde as vendas nas floriculturas se multiplicam nos dias que antecedem a data, já que homens costumam presentear as mulheres com flores na ocasião.

Na China, as mulheres chegam a ter metade do dia de folga no 8 de Março, conforme é recomendado pelo governo - mas nem todas as empresas seguem essa prática.

Já nos Estados Unidos, o mês de março é um mês histórico de marchas das mulheres.

No Brasil, a data também é marcada por protestos nas principais cidades do país, com reivindicações sobre igualdade salarial e protestos contra a criminalização do aborto e a violência contra a mulher.

"Certamente, o 8 de Março é um dia de luta, dia para lembrarmos que ainda há muitos problemas a serem resolvidos, como os da violência contra a mulher, do feminicídio, do aborto, e da própria diferença salarial", observou Blay.

Segundo ela, mesmo passadas décadas de protestos das mulheres e de celebração do 8 de Março, a evolução ainda foi muito pequena.

"Acho que o que evoluiu é que hoje a gente consegue falar sobre os problemas. Antes, se escondia isso. Tudo ficava entre quatro paredes. Antes, esses problemas eram mais aceitos, hoje não."


 
Bibliotecari@s Negr@s

Bibliotecári@s Negr@s: ação, pesquisa e atuação política

PREFÁCIO

Das choças dessa História escandalosa

Eu me levanto

Acima de um passado que se ancora doloroso

Eu me levanto

Sou um oceano negro, vasto e irrequieto, Indo e vindo contra as marés, eu me elevo.

Esquecendo noites de terror e medo

Eu me levanto

Numa luz incomumente clara de manhã cedo

Eu me levanto

Trazendo os dons dos meus ancestrais,

Eu sou o sonho e as esperanças dos escravos.

Eu me levanto

Eu me levanto

Eu me levanto! (ANGELOU, Maya. Ainda assim eu me levanto)

A Ciência da Informação e suas áreas fronteiriças têm recebido com surpresa, torpor e mesmo desconfiança os frequentes discursos que reivindicam um lugar de fala e o olhar interseccional e decolonial sobre os processos de produção e circulação do saber. Por séculos, as práticas bibliotecárias estiveram assentadas em uma limitante ideia de neutralidade envolvendo as técnicas e os dispositivos adotados em bibliotecas e serviços de informação. Durante esse tempo, se estabeleceu, por extensão, a crença que os sistemas informacionais contemporâneos seriam...

APRESENTAÇÃO

Este livro busca a representatividade e protagonismo negro! Assim, as/os autoras/es dos capítulos que compõem a obra são todas/os bibliotecárias/os negras/os e as/os coautoras/es, quando existentes, podem ser de outros pertencimentos étnicos. Esta obra promove a atuação da/o profissional, assim como divulga as pesquisas em curso ou finalizadas de bibliotecárias/os negras/os na Biblioteconomia e Ciência da Informação (BCI) brasileira. Em 2016, quando pensamos sobre a realização de uma obra coletiva de bibliotecárias/os negras/os, ainda não conhecíamos bibliotecárias/os o suficiente para fazermos uma obra que contemplasse a diversidade de pesquisas e experiências dessas/es profissionais. Somente após expandirmos os horizontes acadêmicos e redes de sociabilidades, e cada uma de nós irmos para outras Universidades, foi que conseguimos encontrar pesquisadoras/es e profissionais negras/os de diversos locais do país para ingressar conosco nessa jornada. Ser bibliotecária/o e se declarar negra/o no Brasil é um ato político. O racismo e a branquitude se constituem em impeditivos que bloqueiam o desenvolvimento socioeconômico e educacional da/o afrodescendente brasileira/o e que torna ainda mais difícil a nossa caminhada. No entanto, não podemos esquecer da luta

LINK: http://www.crb8.org.br/wp-content/uploads/2017/02/Livro-Bibliotecarios-negros.pdf


BOA LEITURA!!!!

 
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Valor das parcelas do seguro-desemprego tem reajuste - 13/01/2017
O valor da maior parcela do seguro-desemprego aumentou R$ 101,48 em 2017, passando de R$ 1.542,24, em 2016, para R$ 1.643,72 este ano. Os novos valores do benefício entraram em vigor dia 11/01, com base em circular divulgada pelo Ministério do Trabalho. A menor parcela do benefício não pode ser inferior ao valor do salário mínimo (fonte: MTPS)

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